sexta-feira, 3 de maio de 2013

RELATOR ESPECIAL DA LEI OR - ÇAMENTÁRIA ANUAL – LOA


PARECER DO RELATOR SOBRE AS
EMENDAS APROVADAS EM 2ª DIS
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CUSSÃO E REDAÇÃO FINAL AO
PROJETO DE LEI Nº 174/2012
PLOA 2013.
O Projeto de lei Nº 174/2012, que “ES
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TIMA A RECEITA E FIXA A DESPESA
DO MUNICÍPIO DE MACEIÓ PARA
O EXERCÍCIO FINANCEIRO DE
2013”, de autoria do Poder Executivo,
foi distribuído na Câmara de Maceió em
05/03/2013.
Atendidos os Princípios Constitucionais,
da publicidade e da impessoalidade, em
especial ao contido no artigo 166 da Cons
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tituição Federal - CF/88, as previsões con
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tidas na Lei Orgânica de Maceió, as deter
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minações Regimentais. Respeitando-se os
prazos e as condições de admissibilidade
das emendas, embora tendo alertado, os
senhores Vereadores e as senhoras Ve
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readoras, o Prefeito e sua equipe, dentre
os quais o Secretário de Planejamento e
a Secretária de Finanças, informando-os
sobre a possibilidade de esvaziamento de
recursos destinados a serviços essenciais a
população de Maceió, como o decréscimo
de valores constantes no Projeto de Lei nº
174/2012, as emendas foram apresenta
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das, analisadas e aprovadas, em número
de 77, sendo rejeitadas ainda na analise
preliminar pelo Relator Especial, mais de
40 emendas.
Para exemplificar o caso de decréscimo
alertado, podemos destacar alguns que fo
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ram mais significativos:
Coleta de Resíduos Sólidos.............de R$
109.898.501 passou a ter R$ 42.300.501
Comunicação....................................de R$
18.000.000 passou a ter R$ 7.600.000
Manutenção de Vias Urbanas..........de R$
10.700.000 passou a ter R$ 6.813.000
Foram mais de R$ 85.000.000 (oitenta e
cinco milhões) em emendas parlamenta
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res, que não foram oriundas de recursos
pertencentes a Saúde e a Educação, pro
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movendo decréscimo e acréscimo apenas
nos recursos próprios.
Todas as emendas foram aprovadas por
unanimidade pelo Plenário da Casa de
Mário Guimarães, o que por certo, re
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flete a unidade dos parlamentares, que
identificaram nestas modificações, a real
necessidade de atender aos anseios das
comunidades e de contribuir participando
efetivamente nas implementações das po
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líticas públicas na nossa cidade.
Assim sendo, foi dada por encerrada a fase
de relatórios, votações e verificação dos
procedimentos regimentais. Solicitamos
então, à equipe de técnicos da Secretaria
de Planejamento, que procedessem aos
lançamentos com as alterações dos valo
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res previstos no projeto original, fazendo
IPREV - INSTITUTO DE PREVIDÊNCIA
MUNICIPAL DE MACEIÓ
CÂMARA - CÂMARA MUNICIPAL DE MACEIÓ
 
os acréscimos e os decréscimos de acordo
com as emendas aprovadas por esta Casa
Legislativa.
Tal providência se fez necessário, por não
ter este Relator Especial, nem a Câmara,
o programa para efetuar os lançamentos e
modificações, que deverão ser comparti
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lhados nos próximos projetos que tratem
de LDO, PPA e LOA, facilitando o traba
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lho em conjunto entre a Comissão de Fi
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nanças e Orçamento desta casa e a Secre
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taria de Planejamento e Desenvolvimento
do município de Maceió.
Não foi adotada a execução obrigatória do
orçamento pelo Poder Executivo, previsão
contida no artigo 74-A da Lei Orgânica do
Município de Maceió, por exigência do
exigido no artigo 2º da Emenda 33, que
determina a edição de Lei complementar
no prazo de 120 dias, para regulamentar
o disposto no referido artigo, o que até o
momento não ocorreu.
Não foi realizado um estudo pormenori
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zado dos efeitos sobre o PLOA 174/2012
após as modificações impostas pelas
emendas; pela exigüidade do tempo, e a
necessidade urgente da publicação do pa
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recer final e a remessa para análise por
parte do Poder Executivo.
Vale registrar, que não foi fornecido o soli
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citado por este Relator Especial, datado de
05/04/2013 e entregue ao setor técnico da
Secretaria de Planejamento, que tratava da
Execução Orçamentária até aquela data, o
que poderia servir de parâmetro para a ve
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rificação dos valores das emendas versos
saldos nas votações 1º e 2º votação, em 2ª
Discussão do PLOA – 174/2012.
Não acompanhou o anexo ao PLOA
174/2012 o QDD – Quadro de Detalha
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mento das Despesas, o que também obs
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taculou a real compreensão dos valores
realmente propostos e seus possíveis pre
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juízos à execução orçamentária. Para tal
compreensão segue a transcrição de parte
LC 101/2000 e da Constituição Federal de
88:
Lei Complementar 101 – Lei de Respon
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sabilidade Fiscal.
Seção III
Da Lei Orçamentária Anual
Art. 5o O projeto de lei orçamen
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tária anual, elaborado de forma compatí
-
vel com o plano plurianual, com a lei de
diretrizes orçamentárias e com as normas
desta Lei Complementar:
I - conterá, em anexo, demonstra
-
tivo da compatibilidade da programação
dos orçamentos com os objetivos e metas
constantes do documento de que trata o §
1o do art. 4o;
II - será acompanhado do documen
-
to a que se refere o § 6o do art. 165 da
Constituição, bem como das medidas de
compensação a renúncias de receita e ao
aumento de despesas obrigatórias de cará
-
ter continuado;
III - cont
erá reserva de contingência,
cuja forma de utilização e montante, defi
-
nido com base na receita corrente líquida,
serão estabelecidos na lei de diretrizes or
-
çamentárias, destinada ao:
a) (VETADO)
b) atendimento de passivos contin
-
gentes e outros riscos e eventos fiscais im
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previstos.
§ 1o Todas as despesas relativas à
dívida pública, mobiliária ou contratual, e
as receitas que as atenderão, constarão da
lei orçamentária anual.
§ 2o O refinanciamento da dívida
pública constará separadamente na lei or
-
çamentária e nas de crédito adicional.
§ 3o A atualização monetária do prin
-
cipal da dívida mobiliária refinanciada
não poderá superar a variação do índice
de preços previsto na lei de diretrizes or
-
çamentárias, ou em legislação específica.
§ 4o É vedado consignar na lei orça
-
mentária crédito com finalidade imprecisa
ou com dotação ilimitada.
§ 5o A lei orçamentária não consigna
-
rá dotação para investimento com duração
superior a um exercício financeiro que não
esteja previsto no plano plurianual ou em
lei que autorize a sua inclusão, conforme
disposto no § 1o do art. 167 da Constitui
-
ção.
Art. 9º - .......
§ 4o Até o final dos meses de maio, se
-
tembro e fevereiro, o Poder Executivo
demonstrará e avaliará o cumprimento das
metas fiscais de cada quadrimestre, em
audiência pública na comissão referida no
§ 1o do art. 166 da Constituição ou equi
-
valente nas Casas Legislativ
as estaduais e
municipais.
Observado o disposto nos artigos acima
citados e as condições não atendidas para
uma melhor atuação deste relator, em con
-
junto com as equipes técnicas da Câmara
Municipal e da Secretaria de Planejamen
-
to e Desenvolvimento, o Orçamento pro
-
posto pelo Poder Executivo e as Emendas
aprovadas, estão de conformidade com o
Plano Plurianual - PPLA 2010/1013 e a
Lei de Diretrizes Orçamentárias – LDO
e respeitam os preceitos Constitucionais,
e o disposto na LC nº 101/2000 - Lei de
Responsabilidade Fis
cal - LRF, na Lei nº
4.320/64 que instituiu normas gerais de
direito financeiro e controle dos orçamen
-
tos e balanços da União, Estados, dos Mu
-
nicípios e do Distrito Federal.
Foram feitas as considerações previstas
em Lei, efetuadas as modificações para
atender as Emendas aprovadas pelos Ve
-
readores e Vereadoras, publicadas em
Quadro Demonstrativo no Diário Oficial
do Município de Maceió.
Remeto o caderno com as novas modi
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ficações ao Senhor Presidente do Poder
Legislativo, para as providências previs
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tas no artigo 248 do Regimento Interno,
aprovado pela resolução 677/2012.
Sala das Comissões, em 30 de abril de
2013.
Vereador Zé Marcio
Relator Especial da LOA 2013

CONVITE



Pelo presente convite o SINDAS-AL (sindicato dos agentes de saúde de alagoas) no uso de suas atribuições inscrito no CNPJ sob nº 10.766.204/0001-91, por intermédio de seu Diretor de Esporte PEDRO RICARDO, convida todos os trabalhadores Agentes de Saúde SÓCIO desta entidade sindical, para participarem do jogo em homenagem ao mês do Trabalhador que será realizado no dia 11 de maio de 2013 às 8h no IFAL-AL (ANTIGO CEFET-AL) na Rua Barão de Atalaia,S/N, Poço.

 OBS.:solicitamos que sua presença seja confirmada antecipadamente na Sede.

 Contato: 8864-0278 ( Diretor de Esporte : Pedro Ricardo )

quinta-feira, 2 de maio de 2013

MP vai investigar denúncias contra a Central de Regulação de Saúde

Procedimento foi instaurado pelo promotor Flávio Gomes da Costa

O Ministério Público Estadual (MPE) instaurou procedimento para apurar denúncias de irregularidades ocorridas na sede da Central de Regulação de Serviços de Saúde de Alagoas (Cora), localizada nas proximidades do PAN Salgadinho, em Maceió.

As investigações têm como foco as denúncias recebidas pelo órgão dando conta de que uma funcionária do Cora teria utilizado o computador do local para assistir a filmes e realizar outras coisas ações de cunho pessoal no horário do expediente. Além disso, as denúncias também dão conta de que um médico teria chegado ao Cora às 12h, conversado meia hora, saído e retornado às 17h, deixando as pessoas sem atendimento.

As denúncias chegaram ao Ministério Público por meio de uma pessoa que teve o atendimento remarcado por diversas vezes. Serão realizadas diligências para comprovação das denúncias e apuração das responsabilidades, caso elas sejam verdadeiras.

O procedimento foi instaurado pelo promotor Flávio Gomes da Costa.  

Fonte: Gazeta Web

Nos 70 anos da CLT, direitos básicos continuam sendo ignorados


Texto criou princípios utilizados até hoje, mas apenas 20% dele é aplicado

 Nos 70 anos da CLT, direitos básicos continuam sendo ignorados


Nesta quarta-feira (1º), a CLT (Consolidação das Leis Trabalhistas) completa 70 anos e permanece coberta de contradições. Se por lado, apenas 20% do seu texto é aplicada, por outro, ela criou princípios utilizados até hoje pela Justiça Trabalhista.
 
Apesar das conquistas, cerca de metade dos trabalhadores brasileiros, segundo o IBGE, não têm o direito mais básico previsto pela CLT: o registro na carteira de trabalho. Sem o reconhecimento do vínculo, o empregado perde direitos como FGTS, férias, 13º salário, hora extra, entre tantos outros garantidos.

É caso da cuidadora de idosos Tânia Rodrigues Egete, 64, que nem se lembra como era ter todos os direitos. “Trabalhei 28 anos sem carteira assinada. No início, tinha medo de ser demitida. Agora, acho que não adianta mais. Até já fui registrada, mas nunca tirei férias”, conta.

Segundo o IBGE, entre os trabalhadores domésticos, como Tânia, a informalidade é ainda maior: apenas 26% possuem carteira assinada em todo o país. “A falta de registro em carteira atinge todas as classes”, diz o juiz titular da 88ª Vara do Trabalho em São Paulo, Homero Batista Mateus da Silva

Depois de anos como empregada doméstica e auxiliar de limpeza, Izaneide Mendes, 35, deixou para trás o registro em carteira para tentar mudar de ramo e fazer o que realmente gosta. “Quando decidi fazer um curso de manicure, já sabia que era muito difícil ter carteira assinada”, diz. Perdeu alguns direitos, mas não deixou de pensar no futuro. “Faz três anos que estou pagando o INSS”.

História

A CLT foi publicada em 1º de maio de 43 durante o Estado Novo, o primeiro governo de Getúlio Vargas, marcado pelo fechamento do Congresso e o país sob o estado de emergência. “O Brasil, naquele momento, estava alinhado ao Eixo e não aos Aliados [durante a Segunda Guerra Mundial]. Tinha uma simpatia nazista, fascista, então a CLT é totalmente ligada às ideias da época de Mussolini, foi criada e transcrita da Carta del Lavoro [documento publicado em 1930 na Itália fascista para coordenar as leis sobre previdência e assistência aos trabalhadores]”, afirma o juiz.

Desde a década de 1940 até 2013, quando os domésticos alcançaram os direitos dos demais trabalhadores, o texto da CLT foi alterado diversas vezes. Além da nova redação, foram criadas outras leis que regulam itens específicos da relação trabalhista, como o recolhimento do FGTS e a participação nos lucros, e das novas regras fixadas na Constituição de 1988.

Há ainda os diversos casos em que súmulas e jurisprudências do TST (Tribunal Superior do Trabalho) fixaram entendimentos que devem ser seguidas pelos tribunais inferiores. É o caso recente em que os ministros do TST entenderam que as gestantes que têm contrato de experiência têm direito à estabilidade, como as demais trabalhadoras.

Vícios e virtudes

Com 70 anos de vida, a CLT tem virtudes e princípios importantes, que fizem dela uma grande âncora para toda a Legislação Trabalhista. “Ela consegue abranger uma quantidade de pessoas, que nenhuma outra lei conseguiria, serve do mais humilde empregado ao mais alto executivo”, diz o magistrado, ao citar o que acredita ser uma virtude da consolidação. Para Silva, o texto foi vanguardista em vários aspectos, como ao prever os conglomerados financeiros, a sucessão e a terceirização.

Apesar disso, o texto ainda carrega fortes traços do período em que foi criado, que dificultam o dia a dia de empregados, empregadores, juízes, promotores e advogados trabalhistas em todo o país. “Um dos principais vícios da CLT é a contribuição sindical [cada trabalhador doa um dia de salário por ano ao sindicato da sua categoria]. Isso fez com que os sindicatos tenham sofrido uma atrofia ao longo dos anos”, afirma Silva.

“A CLT parece ser um retrato da sociedade brasileira, essencialmente contraditória, arrojada em alguns pontos e irritantemente retrógrada em outros, conseguindo a proeza de conciliar o patético e o sublime”, concluiu.

 Fonte:TNH1

Dengue recua, mas prevenção deve ser mantida todo o ano

A redução ocorreu em todas as regiões neste mês de abril. Apesar da queda, o Ministério da Saúde alerta que o combate à dengue deve ter ações permanentes durante o ano inteiro.

Agência Alagoas/Arquivo
Casos de dengue foram registrados em todo Estado
Casos de dengue foram registrados em todo Estado
 
Nas três primeiras semanas de abril, os casos de dengue começaram a diminuir em todas as regiões do país em comparação com o mesmo período do mês de março. Neste ano, o pico da transmissão da dengue ocorreu na primeira semana de março, quando foram registrados 84.122 casos da doença. A partir deste período, houve uma redução progressiva da doença, com o registro de 35.351 casos na segunda semana de abril, o que representa uma redução de 58%. Essa tendência é observada em todas as regiões que tiveram transmissão intensa da dengue durante o ano. No Centro-Oeste, que tem a sazonalidade antecipada, o pico da transmissão ocorreu antes, na última semana de janeiro. Os dados constam no boletim epidemiológico do Ministério da Saúde, atualizado até o dia 20 de abril.

“Neste ano tivemos uma intensa transmissão da dengue, principalmente no Sudeste e Centro-Oeste. Em todo o país, foi registrado um aumento aumento de 189% em relação ao ano passado”, explica o Secretário de Vigilância em Saúde, do Ministério da Saúde, Jarbas Barbosa. Ele ressalta que as causas deste aumento são diversas, desde a circulação de um novo subtipo do vírus - o DENV 4 – como a paralisação das ações de combate ao mosquito depois das eleições, em alguns municípios. “Estas condições favoreceram uma forte transmissão da dengue desde o final de 2012”, observou.

Apesar da tendência de queda em todo o país, o Ministério da Saúde alerta que o combate à dengue deve ter ações permanentes em todos os municípios. “Não podemos relaxar no combate ao mosquito. A prevenção precisa ser mantida durante todo o ano” , recomendou o secretário. Segundo ele, é importante que a população continue verificando o adequado armazenamento de água, o acondicionamento do lixo e a eliminação de todos os recipientes sem uso que possam acumular água e virar criadouros do mosquito.

 Além disso, é essencial cobrar o mesmo cuidado do gestor local com os ambientes públicos, como o recolhimento regular de lixo nas vias, a limpeza de terrenos baldios, praças, cemitérios e borracharias.

Aos primeiros sintomas da dengue (febre, dor de cabeça, dores nas articulações e no fundo dos olhos), a recomendação é que a pessoa procure o serviço de saúde mais próximo. É fundamental não tomar remédio por conta própria - pois isso pode mascarar sintomas e dificultar o diagnóstico - devendo ainda estar alerta para sinais de agravamento, como vômitos e dores abdominais.

Fonte: Agência Saúde/MS